Arquivo mensal: julho 2016

As 5 capas mais bonitas da editora DarkSide

Faltou energia. Uma noite sem luz, celulares ou internet. Como distração apenas uma história horripilante contada por um parente que já viveu muita coisa e conhece bem os seus medos. Esse é o segredo da editora DarkSide: fazer você reviver momentos de assombro que já não são mais tão comuns como eram antes.

Ok, ok. Tem mais alguns segredinhos aí. Sendo o mais evidente deles a preocupação e o capricho da editora com a estética de suas publicações. Os caras são FO-DAS e entregam edições com capas absurdamente maravilhosas!

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Foi difícil, mas destacamos aqui as cinco capas mais bonitas da DarkSide:

 

1 – A MENINA SUBMERSA. MEMÓRIAS.

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2 – ONDE CANTAM OS PÁSSAROS

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3 – SERIAL KILLERS. ANATOMIA DO MAL

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4 – MENINA MÁ

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5 – O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA + EVIL DEAD – CAIXA TERROR VHS

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E você? Concorda com essa lista? Esquecemos algum título da editora que também tem uma capa arrasadora? Conta pra gente!

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Pílulas de Desapego #1

Virar a página: no emprego que não te faz feliz, nos relacionamentos abusivos, nos momentos onde não há muito o que fazer, nas pessoas que não fazem muito por merecer. Na vida, e nos livros também 😉

Looking - O filme

Looking – O filme

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Resenha O papai é pop – Marcos Piangers

Marcos Piangers está em turnê com seu novo livro “O Papai é Pop – volume 2. O primeiro foi lançado em 2015 e bombou por vários motivos e todos eles nobres. Piangers já era conhecido nas emissoras de Santa Catarina por ser apresentador de televisão, mudou-se para Porto Alegre e já era famoso por vídeos virais no Youtube. Na capital do Rio Grande do Sul, conseguiu integrar-se ao programa (podcast) mais ouvido no Brasil e queridinho por todo o Sul, “Pretinho Básico”.

O papai é pop-resenha

O livro é curtinho e rapidamente consumido. Os textos trabalham apenas com a relação do autor com sua recém descoberta paixão pela paternidade e as divertidas aventuras com suas filhas: Anita e Aurora. Piangers não teve pai, mas através das crônicas mostra-se um excelente exemplo para os que são. É altamente provável que você fique com vontade de ter filhos em meio as frases da obra.

O livro é para adultos e crianças, já que em suas páginas traz de presente vários desenhos esperando por serem coloridos, assim como a capa em branco da edição capa dura.

Piangers doou os lucros com o livro para várias instituições diferentes por não querer fazer dinheiro em cima de suas filhas e isso é nobre.

 

Nota: 3/5

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Resenha do livro Simples Assim – Martha Medeiros

Desconfio que os leitores/fãs de Martha Medeiros foram os criadores da tão usada expressão “livro de cabeceira”. Isso porque, geralmente, a gente só coloca ao nosso lado da cama algum objeto funcional, prático, de uso contínuo, que nos faça dormir melhor. Sermos melhores, nem que seja por umas 6 horinhas, vai. Um creme hidratante que sua pele adora, um protetor labial, uma foto que guiará os seus sonhos e um livro da Martinha. Check list completo!

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Ahh… inclua nessa lista também uma nova amiga. Sim, ler Martha Medeiros é bater um papo com uma melhor amiga, aquela que dá os melhores conselhos, que sabe dar uma pausa para pensarmos no assunto, que traz à tona reflexões que até então você não tinha parado para pensar. E nessa correria que vivemos refletir é um verbo difícil de ser aplicado na rotina.

“Simples Assim”, sua última coletânea de contos, originalmente publicadas nos jornais O Globo e Zero Horas, é mais um convite da autora para reflexões infinitas. Dessa vez com o mote da simplicidade: afinal, por qual motivo insistimos em deixar tudo mais confuso? Mais difícil? Menos acessível e tolerável?

As respostas não estão no livro. Estão dentro de você. Martinha só nos ajuda a encontra-las por meio de relatos pessoais, troca de e-mails com os seus leitores, indicações de obras e observações do dia a dia. Tudo em uma linguagem amigável, com um vocabulário diversificado e de fácil identificação.

Entre tantas coisas boas, destaquei dois trechinhos que exemplificam o poder dos textos do livro:

“…vale adotar desde cedo uma postura mais equilibrada entre a vida pessoal e a profissional, começando por essa questão de identidade: você não é o que você faz para ganhar dinheiro, você é o que você faz para ser feliz”. Crônica: O que você vai ser quando crescer?

“Amar é doar. Não vem do doer” – Crônica: Viciados em companhia

E por aí vai… passa pela situação política do país, por um show ao ar livre dos The Rolling Stones, pela Pont des Arts em Paris, por um abraço apertado de um pai ao despedir de um filho no aeroporto etc. Uma viagem literária riquíssima que certamente terminará ali,  na cabeceira da sua cama.

Nota: 4,5/5

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Resenha: piloto Dead of Summer

Dead of Summer é mais uma produção de terror/suspense que veio nessa onda de produções do gênero após o já consolidado sucesso das séries American Horror Story e The Walking Dead. Porém, dessa vez, o cenário é um acampamento de verão americano. Aqueles que a gente sempre via na sessão da tarde e não sabia porque não tínhamos no Brasil. Lembra?

resenha-Dead-of-Summer

Pois bem, depois de assistir o piloto de Dead of Summer você nunca vai querer ter ido em um. Em linhas gerais, a série se passa no final dos anos 80, período de férias escolares em um acampamento chamado Camp Clearwater, lá nos Estados Unidos. Aparentemente, o local foi o cenário de diversos crimes e rituais macabros, elementos que conduzem todo o mistério e sustos do primeiro episódio.

Parece clichê e lembra filmes como Sexta-feira 13, mas, ainda assim, é uma série que se sobressai pela qualidade do elenco (Elizabeth Mitchell, de Lost, é a dona misteriosa do acampamento). Outro ponto positivo da série foram as artes promocionais, sendo a mais famosa um poster onde se via uma pessoa sentada em um balanço, sem a parte de cima do corpo. Cruzes!

Mas nem tudo é um mar de flores. Longe disso.  Depois de assistir ao piloto, constatei que Dead of Summer tinha potencial, mas peca pelo excesso. É muito efeito especial e tentativas exageradas de dar sustos. O que quebra totalmente o clímax.

E a construção do clímax é o que sobra em séries de sucesso, onde o terror geralmente é o mote principal, mas divide cena com diálogos interessantes, dramas internos e reais. The Walking Dead, por exemplo, não é uma série só de zumbi. É uma trama de sobrevivência e, acima de tudo, de convivência.

Enquanto isso, Dead of Summer é uma série de mortes em um acampamento. E só.

Observação: Ok, foge do lado obscuro, mas não poderia deixar de indicar a excelente série de comédia Wet Hot American Summer. Tem no Netflix, quem assistir comente aqui!

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